Este Blog objetiva ser espaço de atualização e de discussão de informações acerca do trabalho desenvolvido tanto em Psicologia Clínica e Jurídica bem como informações acerca da alienação Parental e Falsas acusações de abuso sexual
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
"Birra de Criança"
Para quem tem ou já passou pela experiência de ter “filhos pequenos” sabe a dificuldade em lidar com a fase da birra, normal no desenvolvimento infantil, mas geradora de diversos sentimentos nas mães e nos pais, principalmente os de primeira viagem. Esta fase ocorre normalmente com crianças entre 1 ano e meio a três anos. É o momento em que buscam autonomia e independência, porém ainda de forma rudimentar, pois não entende e não sabem reconhecer o que sentem. Quando se frustram, os recursos que encontram para lidar com a frustração se limitam a se jogar no chão e berrar. Portanto cabe a nós adultos ajudá-las a reconhecer seus sentimentos, delimitando e ajudando aos poucos a realizarem um controle mais adequado de suas emoções e reações. Dois caminhos são “perigosos” neste momento. Entrar na sintonia da birra da criança, gritando e batendo nela ou cedendo à criança reforçando seu comportamento. Quando entramos na sintonia da criança, transmitimos a ela a mensagem de que a forma de lidar com a frustração de maneira agressiva e impulsiva, é correta, prejudicando a tentativa de organização da criança, bem como seu amadurecimento. Ceder à criança estimula o crescimento da criança mimada que grita sabendo que vai conseguir o que quer. Existem dicas importantes para ajudar a mãe a gerenciar a birra do filho, que em breve vai passar, principalmente se você for atento a seu filho, tentando não perder seu eixo ( o que às vezes é muito difícil). A Revista CRESCER apresenta 10 dicas interessantes para os pais que estão enlouquecendo com esta fase: 1. Por pior que seja o “espetáculo”, NUNCA, JAMAIS, em tempo algum bata no seu filho. 2. Antes de sair, previna-se de possíveis contratempos. Se for ao supermercado, fale que a criança tem direito a escolher dois doces, por exemplo. 3. Não ceda às manipulações. Mostrar que birras não dão resultado é um jeito de desestimulá-la a repetir a cena. 4. Avise seu filho que só conversará com ele depois que ele se acalmar (e você também...). 5. Se precisar dar uma bronca na criança, espere ela terminar de espernear e explique por que está sendo punida. É importante que ela entenda o que fez de errado e, para isso, precisa estar tranqüila para conseguir ouvir o que você tem a dizer. 6. Não brigue com seu filho na frente de todo mundo; isso o fará se sentir humilhado. 7. Desvie o foco da criança. Mostre um objeto diferente, o cachorrinho passando na rua, o avião lá no céu... Use a criatividade! 8. Algumas vezes, por trás da birra existe uma criança com fome, sono ou carente. Se for esse o caso, responda pacientemente e faça um carinho. Às vezes, é só disso que ela precisa. 9. Simplesmente ignorar a birra também pode dar bons resultados. Respire fundo. 10. Se não tiver como conter o show no meio da loja, simplesmente pegue seu filho no colo e vá embora. Sem escândalos. Ele vai perceber que não adiantou nada e você evita o constrangimento. O site MAMATRACA.com.br feito por 4 mães, apresenta um vídeo bem engraçado com mais dez dicas que valem ser observadas como a utilização de palavras positivas modificando o Não por por exemplo...Mais tarde. Vale a pena ver!
Andreia Calçada
clique aqui para assistir a entrevista sobre o tema no programa "Encontro" com a Fátima Bernardes.
segunda-feira, 16 de julho de 2012
Jetlag social, um novo nome para o estresse.
Aquele cansaço permanente de quem faz muitas coisas e não consegue dormir ganhou novo nome: jetlag social. A síndrome, identificada pelo pesquisador Till Roenneberg, da Universidade de Munique, acontece devido ao descompasso entre os compromissos diários e o relógio biológico e faz referência à fadiga provocada por viagens a cidades com o fuso horário diferente. O resultado é o sono sempre atrasado e, num último estágio, a obesidade. Nas mulheres os sintomas são mais comuns que em homens, segundo a psicóloga Marilda Lipp, diretora do Centro Psicológico do Controle de Stress, e vêm acompanhados de uma outra síndrome, a da pressa.
— As mulheres têm mais problemas de sono, porque além do trabalho, se encarregam dos afazeres domésticos, dos filhos, do marido e ainda levam tarefas para a casa. São três jornadas que carregam junto a angústia, a ansiedade e a sensação de não poder parar, características da síndrome da pressa — explica.
Coração disparado, corpo lento e mente exausta
A advogada Manoela Gambardella, de 34 anos, descreve o quadro como “um cansaço mental gigante e uma inquietação muito grande”. Há cinco anos ela perdeu o pai, a avó e se casou. Desde então vem se sentindo irritada, com dificuldade para se concentrar, tem problemas de memória e engordou 30kg. Há nove meses ela teve um bebê, Davi, o que, é claro, diminuiu ainda mais as horas de sono. Hoje, com sorte, Manoela dorme seis horas por noite.
— Fico tensa o dia inteiro, o coração dispara, parece que estou sempre a postos para apagar um incêndio. Isso tudo está dentro de um eixo que eu não encontrei desde que tudo saiu do lugar, há cinco anos. Já fiquei deprimida, agora quero resolver. Tiro muita força do Davi — conta.
QUESTIONÁRIO: Avalie seu nível de estresse
A neurocientista Dalva Poyares, médica do Instituto do Sono e professora da Unifesp, acredita que estamos todos dormindo menos sem estarmos geneticamente preparados para isso. Estudos epidemiológicos, segundo ela, mostram que quem dorme menos de cinco ou seis horas tem mais chances de desenvolver problemas metabólicos e cardiovasculares.
— Uma hora de privação de sono por dia reduz a capacidade do indivíduo em até 32%. Uma pessoa brilhante não será tão afetada, mas numa pessoa menos estimulada, isso é percebido em pequenas distrações, como um vendedor que dá um troco errado, por exemplo — explica. O melhor, segundo a médica, é respeitar a sinalização do organismo quanto à necessidade de sono, coisa que pessoas muito empolgadas com seus afazeres acabam não percebendo, se adaptam e ficam mais suscetíveis à insônia no futuro.
Com filhos, neta, marido, casa, loja e cachorro é exatamente assim que vive a empresária Elizabeth Vaz, de 49 anos. Às 7h ela acorda para dar conta dos afazeres domésticos, atender fornecedores, organizar a festa de 80 anos do pai, ver se a pintura do apartamento está sendo feita e só vai parar para dormir à 1h da madrugada.
— Meu corpo não me dá limite, sou ansiosa, elétrica. Mas estou perdendo muito cabelo, emagreci quatro quilos e até consigo um tempo para fazer minhas coisas, mas no maior estresse — relata ela, que há alguns anos teve um tumor no rim e, em seguida, na tireoide. — Tudo isso explode em algum lugar, é claro. E tem uma coisa curiosa: eu não ligo para chocolate, mas em alguns momentos como de uma só vez uma barra inteira, acho que para suprir alguma coisa — analisa.
O doce e o café são apontados por Marilda Lipp como uma energia fugaz à qual se recorre nesses momentos de ansiedade. Mas o mais importante para reverter a situação é entender que ninguém dá conta de tudo.
— É importante pedir ajuda e desenvolver um plano de ação para emergências, porque esse planejamento dá uma sensação de controle e inibe a ansiedade — diz a psicóloga, que dá ainda duas dicas para o dia a dia:
— Dá para fazer exercícios de respiração profunda enchendo os pulmões e inchando a barriga por três vezes para relaxar. Mentalizar imagens da natureza por dois minutos também equivale a férias mentais.
Já a psicóloga Andreia Calçada acredita que esta demanda externa constante não desencadeia situações de estresse extremo de uma hora para outra. Esse acúmulo é que dá lugar à ansiedade e à depressão.
— É fundamental priorizar tarefas para diminuir o nível de cobrança e dar conta apenas do que for possível — ensina.
http://oglobo.globo.com/saude/jetlag-social-um-novo-nome-para-estresse-5477489
segunda-feira, 18 de junho de 2012
Reputação na internet e Mentiras nos currículos
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quinta-feira, 17 de maio de 2012
quinta-feira, 26 de abril de 2012
terça-feira, 24 de abril de 2012
Dieta e Características de Personalidade
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quarta-feira, 18 de abril de 2012
Inventar uma historinha para tirar sarro da turma, no dia 1° de abril, é uma coisa. Outra coisa, totalmente diferente, é entrar nessa onda de mentir para se livrar de confusão, seja com o namorado, com os pais ou mesmo com as amigas. Se você fez isso e agora está enrolada até o último fio de cabelo, aí vão algumas dicas para escapar, ilesa (ou quase!), da sua própria armação.
Se você mentiu para a melhor amiga…
Amizade é uma coisa sagrada. Então, se você pecou no lance da mentira, a melhor forma de ser absolvida é contar toda a verdade para a amiga enganada. E, de preferência, antes que ela descubra sozinha. Se a mentira for boba, algo sem maiores consequências, é certeza de que vai passar batida. Agora, se o lance for mais punk, é melhor reunir uma lista de bons argumentos para convencer a sua amiga de que você não fez por mal, antes de chamá-la para o papo. Nessa hora, espante a vergonha e o orgulho e lembre-se de que o futuro da sua amizade pode depender da conversa. “É bom se retratar com calma, tentando fazê-la entender porque você mentiu. Também é importante ressaltar o seu compromisso de não enganá-la novamente”, ensina o psicólogo Marcelo Quirino.
Se você mentiu para os seus pais…
Se já sabe que mais dia ou menos dia a sua mentira vai ser descoberta (quando eles receberem o boletim do colégio, por exemplo!), chame-os para conversar o quanto antes. E claro, vá preparada para ouvir um sermão daqueles! Daí, depois que seus pais terminarem, tente expor seus argumentos, sem barraco. Exemplo: se você mentiu por medo de que eles não a deixassem ir à balada mais esperada de todos os tempos, tente explicar que também não curtiu tomar uma atitude dessas e que gostaria de ter um diálogo mais tranquilo com eles. Na pior das hipóteses, se isso não der resultado, lembre-os de que você está abrindo o jogo com eles e, portanto, merece um voto de confiança. Lance algo como: “Pensem bem: se eu não estivesse arrependida, por que estaria tendo essa conversa com vocês?”.
Se você mentiu para o namô…
“Sempre que há a chance de ser descoberta, ou se a mentira está fazendo você se sentir mal, o melhor é contar toda a verdade”, aconselha a psicóloga e psicoterapeuta Andreia Calçada. No entanto, é preciso saber como contar. Em primeiro lugar, tente reunir motivos que ajudem a justificar a sua atitude (se é que isso é possível!). Também é importante mostrar que está realmente chateada com o acontecido e que não tem a menor intenção de colocar o relacionamento de vocês em risco. E só mais uma coisa: dessa vez, tente ser sincera do começo ao fim, respondendo a todas as perguntas que o garoto fizer de forma honesta. Se inventar novas mentiras para tentar salvar a sua pele, vai acabar se prejudicando ainda mais!
Fonte: http://ritatrevisan.com.br/blog/2012/04/04/mentira-tem-perna-curta-e-fato/
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